Apresentação do primeiro volume da Coleção de Documentos de Arquitetura Moderna: Templos da Modernidade

Estimados amigos,
Com satisfação, nós da UPC Alumni IForm Club – International Modern Form, da Vice-Reitoria de Pesquisa e Doutorado da Universidade de San Sebastián, e da Faculdade de Arte e Design e da Escola de Arquitetura da Universidade de San Sebastián, com sede em Concepción, convidamos você para a apresentação do primeiro volume da Coleção de Documentos de Arquitetura Moderna, intitulado Templos da Modernidade.
A apresentação, totalmente online, será no dia 22/09/2021, às 17h30 (Espanha). Estará a cargo de Teresa Rovira (IForm UPC), Claudia Rueda (CUAAD University of Guadalajara) e Valentina Ortega (EAUSS CCP Chile), e contará com apresentações de Horacio Torrent (DOCOMOMO Chile Presidente), Lourdes Cruz (DOCOMOMO México) e Félix Solaguren (Diretor da ETSAB).
Será transmitido pela plataforma da Universidade de San Sebastián, sede de Concepción.
Você pode participar da apresentação por meio do link da plataforma BlackBoard Collaborate: https://us.bbcollab.com/guest/fc27ce0a922c4c309719b0ffd923831f
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COLEÇÃO DOCUMENTOS DE ARQUITETURA MODERNA

TITULO:
COLEÇÃO DOCUMENTOS DE ARQUITETURA MODERNA
VOLUME 1 TEMPLOS DA MODERNIDADE

Os Documentos de Arquitetura Moderna são um conjunto de publicações que, através da investigação de diferentes tipos de obras, pretende aprofundar o conhecimento dos valores da modernidade e estudar a sua validade na atualidade.
Neste primeiro volume, intitulado Templos da modernidade, quatorze autores abordam o estudo e a herança da arquitetura religiosa moderna em diferentes latitudes.
Por meio de sua pesquisa, será possível acessar obras que transcendem seu tempo e nos apresentam uma variedade de soluções programáticas, sistemas construtivos, formas e relações com o contexto, cuja precisão e ousadia permanecem como fonte de inspiração até hoje.
AUTORES BRASILEIROS PRESENTES NA OBRA:
1) Alcília Afonso de Albuquerque e Melo
Artigos:
A TECTÓNICA DE LA MODERNIDAD EN UNA OBRA RELIGIOSA DEL ARQUITECTO JOÃO FILGUEIRAS LIMA LA IGLESIA DEL CENTRO ADMINISTRATIVO DE BAHÍA, BRASIL,1975
ARQUITECTURA Y LUGAR CAPILLA DE SAN PEDRO
2) Fábio Müller: EL SAGRADO POR UN ATEO, UNA CATEDRAL POR OSCAR NIEMEYER
3) Rudivan Catani. Artigo: LOS TEMPLOS DE HANS BROOS

 

MANIFESTO CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA ANTIGA SEDE DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NO RIO DE JANEIRO

MANIFESTO AGAINST THE PRIVATIZATION OF THE OLD HEADQUARTERS

OF THE BRAZILIAN MINISTRY OF EDUCATION IN RIO DE JANEIRO

 

Via the Ministry of Economy and the Ministry of Labor and Welfare, the Bolsonaro Government wants to privatize a group of properties belonging to the Union. The “star of the auction” is the Palacio Capanema, which was headquarters of the Ministry of Education until the capital was transferred to Brasília. An initiative of Gustavo Capanema, Minister of Education of the Vargas Government, it is remarkable for its aesthetic, technical, landscape and urban innovations. A landmark of modern architecture in Brazil and in the world, it is an internationally recognized masterpiece of 20th century art.

 

An exceptionally gifted team worked on the design and construction of the Ministry from 1936 to 1945. The architects were Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Jorge Moreira, Carlos Leão and Ernani Vasconcellos. Le Corbusier briefly served as a consultant. Its gardens were designed by Burle Marx, interior panels by Portinari, carpets by Niemeyer, sculptures by Bruno Giorgi, Adriana Janacópulos, Lipchitz and Celso Antônio. The structural engineer was Emilio Baumgart. IPHAN – Institute of National Historical and Artistic Heritage – listed the Ministry in 1948. Outstanding universal value justifies its inclusion in the list submitted by Brazil for UNESCO World Heritage Site nomination.

 

The building retained its significance after the capital moved. It continued to shelter units from the culture sector, some from IPHAN itself- like a UNESCO-associated Heritage School serving South America and Portuguese-speaking Africa. Auditorium, exhibition gallery, library, and even the stilts under the gallery kept hosting activities and events relevant to specialists as well as to a general audience. In 2017, the building was closed for urgent restoration. Units moved to rented spaces. It was hoped that they would return after the restoration was complete, and the building would regain its status as a Palace of Culture open to all: a place for study, research, dialogue, and public gatherings, a persistent symbol of progressive, beautiful, and generous modernity, in Brazil and abroad.

 

But that may not come to pass. The building is under siege, as if it were just a vacant, ordinary office slab. This is a preposterous proposition, since the Palacio Capanema is an icon of incalculable value only momentarily closed for the rehabilitation of its halls, walks, and gardens. The old Ministry of Education and Culture is no white elephant. It embodies memories of the past and hopes for the future, because of what it represents and allows, touristic uses included. Privatizing the renovated palace and its square would show an embarrassing lack of education and culture, a false sense of economy, and frightening improvidence configuring a crime against national and world heritage.

 

Crimes of this magnitude cannot be covered-up, only prevented or punished.

The Capanema is ours.

 

 

 

 

MANIFESTO CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA ANTIGA SEDE DO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NO RIO DE JANEIRO

 

Via Ministério da Economia e Ministério do Trabalho e Previdência, o Governo Bolsonaro quer privatizar um conjunto de imóveis da União. A “estrela” do “feirão” é o Palácio Capanema, sede do Ministério da Educação e Saúde até a transferência da capital para Brasília. Iniciativa de Gustavo Capanema, Ministro da Educação e Saúde do Governo Vargas, é notável pelas inovações estéticas, técnicas, paisagísticas e urbanísticas. Marco da arquitetura moderna no Brasil e no mundo, é obra-prima da arte do século XX reconhecida internacionalmente.

 

Uma equipe excepcional trabalhou no projeto e construção do Ministério de 1936 a 1945. Os arquitetos são Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Jorge Moreira, Carlos Leão e Ernani Vasconcellos; Le Corbusier foi consultor por breve tempo. Tem jardins de Burle Marx, painéis de Portinari, tapete de Niemeyer, esculturas de Bruno Giorgi, Adriana Janacópulos, Lipchitz e Celso Antônio. Emilio Baumgart foi o engenheiro calculista. O IPHAN- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional- tombou o Ministério em 1948. Valor universal excepcional justifica sua presença na lista submetida pelo Brasil para designação como Patrimônio Mundial pela UNESCO.

 

O edifício não perdeu relevância quando a sede se transferiu. Continuou acomodando unidades do setor da cultura, algumas do próprio IPHAN- como um centro de formação em patrimônio associado a UNESCO e servindo a América do Sul e a África lusófona. Abriga auditório, galeria de exposições e biblioteca. Seu pilotis funcionam como palco de atividades e eventos de interesse, tanto especializado como geral. Em 2017, o edifício fechou para restauro que era urgente. As unidades foram para espaços alugados. Esperava-se que retornassem quando concluído o restauro e que o edifício retomasse sua condição de Palácio da Cultura aberto para todos: lugar de estudo, pesquisa, diálogo e congraçamento público, simbolo persistente de modernidade progressista, bela e generosa, no Brasil e fora dele.

 

Mas isso pode não acontecer. O edifício está sob cerco, como se fosse um bloco de escritórios vulgar e vazio. Proposição absurda, porque o Palácio Capanema é ícone de valor incalculável, só fechado por instante para a reabilitação de seus salões, passeios e jardins. O antigo Ministério da Educação e Cultura (MEC) não é elefante branco. Incorpora testemunho de passado e esperança de futuro por tudo que representa e que comporta, uso turístico incluído. Privatizar o palácio-praça renovado daria prova de vergonhosa deseducação e incultura, um falso senso de economia e imprevidência assustadora, configurando um crime contra o patrimônio nacional e mundial.

 

Crime desse porte não se acoberta. A gente previne ou pune.

O Capanema é nosso.

 

Paulo Mendes da Rocha receberá a Medalha de Ouro 2021 da União Internacional do Arquitetos (UIA)

Foi anunciada ontem (04/05) a decisão do júri que concederá a Medalha de Ouro 2021 da UIA ao arquiteto Paulo Mendes da Rocha. A entrega oficial será realizada durante o Congresso Mundial de Arquitetos em julho deste ano.

O júri “apreciou o trabalho único de Mendes da Rocha como o de um ousado iconoclasta cujo trabalho levou a arquitetura a novos patamares de virtuosismo técnico. Seu trabalho também incorpora fortes elementos pessoais e sociais de integridade, refletidos em sua habilidade de transcender fronteiras enquanto mantém um senso fundamental de lugar conectado à sua terra natal e cultura (…) as conquistas de Paulo Mendes da Rocha, ao longo de sete décadas, ilustram claramente um compromisso que valoriza a arquitetura como gesto público”.

Paulo Mendes da Rocha, aos 92 anos, é um dos grandes nomes da arquitetura moderna paulista, reconhecido internacionalmente por sua trajetória que discute a visão social do espaço. Um dos primeiros trabalhos do arquiteto foi o projeto vencedor do concurso para o Ginásio do Clube Atlético Paulistano, realizado em 1957 com autoria conjunta de João de Gennaro, localizado em São Paulo – SP. Esta obra foi tombada pelo CONPRESP em 2004.

O Museu Brasileiro de Escultura (MuBE) é mais uma das obras reverenciadas do arquiteto. Tombado pelo CONDEPHAAT em 1986 e pelo CONPRESP em 2018, o edifício em concreto aparente parece interiorizado entre planos, uma complexa relação que se combina com o espaço urbano.

Além da medalha que receberá este ano, Mendes da Rocha já foi premiado em 2006 com o Prêmio Pritzker, em 2000 com o Prêmio Mies van der Rohe de Arquitetura Latino-americana, em 2016 ganhou o Leão de Ouro da Bienal de Veneza e o Imperiale Praemium (Prêmio Mundial de Cultura em Memória de Sua Alteza Imperial o Príncipe Takamatsu do Japão) e em 2017 a Medalha de Ouro Real do Royal Institute of British Architects (RIBA).

Texto: Jasmine Silva

Fonte: UIA 2021 Rio www.uia2021rio.archi

Núcleo Docomomo São Paulo

“Revisões e Ampliações da Arquitetura e do Urbanismo Modernos no Brasil

Divulgamos para quem tiver interesse os livros da coleção “Revisões e Ampliações da Arquitetura e do Urbanismo Modernos no Brasil”. Composta de um total de 25 textos organizados em dois volumes, este conjunto de trabalhos constituem-se em uma seleção das contribuições de pesquisadores de todo o Brasil e da América Latina elaboradas para o 13º Seminário Docomomo_Brasil, realizado na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia entre os dias 7 a 10 de outubro de 2019 e organizado pelo Docomomo_Brasil Núcleo Ba.Se.

Mais informações sobre o conteúdo dos livros, podem ser encontradas no link abaixo:

Aproveitamos também para divulgar a publicação do livro “El Brasil y el movimiento moderno en América Latina. Circulación de ideas, aproximaciones y críticas” que explora e evidencia as relações, influências, impactos e críticas ao Brasil entendidos em perspectiva latino-americana e através de casos nacionais ou específicos. Ou seja, interessa-nos ampliar e discutir como a produção arquitetônica e urbanística brasileira foi vista e percebida pelos profissionais dos países latino-americanos, além de identificar as formas de circulação, as redes profissionais estabelecidas e as reverberações locais dessa produção.
Mais informações sobre o conteúdo do livro pode ser encontradas no link a seguir:
A compra de exemplares pode ser realizada através do e-mail: lab20ufba@gmail.com

Nota sobre o incêndio no edifício Jorge Machado Moreira (FAU-UFRJ)

No dia 20 de abril de 2021, o edifício Jorge Machado Moreira, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro sobreu um incêndio parcial, no qual foi destruída a parte administrativa e partes das instalações do Núcleo de Pesquisa e Documentação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (NPD/FAU-UFRJ), afetando os documentos que compõem seu acervo.

Agradeço imensamente vossa manifestação, em nome da Coordenação Nacional do Docomomo Brasil.

Estamos atentos à situação do Edifício Jorge Machado Moreira. A vice-coordenação do Docomomo Brasil está situada no PROURB, localizado no edifício.
Eu mesmo estava no prédio na hora do incêndio, pois participava de um concurso de professor pela Escola de Belas Artes, no terceiro andar. Tivemos que sair às pressas, escoltados pelos bombeiros, e transferir o concurso para o prédio das Letras. Depois veio a preocupação com a situação do NPD. No início da tarde soubemos que os acervos estavam preservados. Sabemos o quanto é frágil a situação do edifício. Muito já se tentou chamar a atenção de sua conservação e para o perigo de suas instalações. Mas, também sabemos o quão ainda mais frágil tem sido a situação de nossas universidades, sobretudo neste governo, que corta recursos para a Educação. Continuaremos a lutar por este e outros edifícios representativos do Movimento Moderno. É nosso dever.
Aproveito para informar que as carteirinhas dos membros filiados 2021 chegaram de Portugal e que em breve serão distribuídas.
Um grande abraço a todos,
Renato Gama-Rosa
Coordenador Docomomo Brasil

A IMAGEM DA JUSTIÇA NO FÓRUM DE CUIABÁ

Figura 1- Vista do Fórum de Cuiabá

Foto: R. Castor, 2021.

Ricardo Silveira Castor[1]

José Afonso Botura Portocarrero[2]

NAMA – Núcleo Arquitetura Moderna na Amazônia[3]

Surpreende, negativamente, a reforma que emparedou o Fórum de Cuiabá, com seus altos muros decorados com aparato de luzes que se vê à noite. O edifício – cujos semelhantes são chamados de Palácio da Justiça no Brasil –, assume a aparência de um shopping center ou de casa de diversões noturnas, pelo colorido que mais o aproxima ao cenário de Las Vegas que de um centro cívico como o CPA – Centro Político-Administrativo do Mato Grosso.

Edifícios do judiciário são monumentos que representam um dos poderes da democracia. Os arquitetos, ao longo da história, procuraram atribuir importância e caráter próprios a esses prédios, coerentes com o espírito, a personalidade, a moral e a ética, o tempo e o lugar, simbolizando na paisagem urbana o que se processa em seu interior.

Uma pessoa, ao examinar Palácios da Justiça, constatará que predomina a sobriedade – que não se confunde com monumentalidade –, qualquer seja o porte da sede do judiciário. No passado, era usual que fóruns fossem desenhados com expressão dórica, um estilo despojado da Grécia antiga, firmado na Arquitetura como um cânone.

Assim como os cânones jurídicos se modificam com o tempo, acompanhando o fluxo da vida, das sociedades, das culturas, a Arquitetura se renova com os mesmos insumos que acionam a modernização das leis – e, muitas vezes, premonitoriamente.

O Fórum de Cuiabá foi projetado por uma equipe liderada pelo arquiteto Marcelo Suzuki, Professor da Universidade de São Paulo que, com colegas da Engenharia da USP, desenvolveram uma obra pioneira nos campos da Arquitetura e da Engenhara, em seus aspectos funcionais, estruturais e bioclimáticos.

Diferentemente da anacrônica ideia de que Palácios de Justiça são edifícios suntuosos, com acabamentos nobres e caros, ostentações que remotamente justificavam um espaço interior chamado “salão dos passos perdidos”, para afligir seus usuários, o Fórum de Cuiabá foi pensado como um espaço aberto, no qual horizontalidade e permeabilidade são metáforas do acesso ao Direito por todos.

O projeto primava pelo que na Arquitetura se chama de fluidez dos espaços, não só pela liberdade de circulação das pessoas nos ambientes internos e externos, como também pela abertura e integração visual entre o exterior e o interior. No clima cuiabano, as sombras e aragens eram parte da paisagem interna do Fórum, mediante elementos sombreadores nas fachadas e nas coberturas, protetores da inclemência do sol direto e que não impediam a passagem de brisas, contribuindo para refrescar naturalmente o ambiente. Se essas brisas não bastam para oferecer a sensação térmica que autoridades e membros do judiciário julgam como confortáveis para as atividades nos tribunais e salas de trabalho, a ventilação permanente nas áreas abertas diminui a carga dos equipamentos de ar-condicionado nos ambientes climatizados, reduzindo o consumo de energia do edifício como um todo. O arejamento é polissêmico: da justiça, da liberdade de circulação, da sustentabilidade do edifício – valores que a sociedade deveria eleger como prioritários no quadro atual de deterioração do diálogo entre Arquitetura e Natureza, sobretudo em um Estado-chave nesse quesito, como o de Mato Grosso.

Eram os ares que respirava o Fórum de Cuiabá em sua inauguração em 2005, como uma referência da arquitetura do judiciário dos novos tempos, que os recentes muros e vidraças em torno do Fórum passaram a sufocar. Um edifício conceituado para simbolizar a justiça para todos, sintonizado com as tecnologias contemporâneas de eficiência e sustentabilidade, assume agora a cenografia de um centro comercial murado, exuberante na noite como um cassino ou um shopping center. Substitui-se a dignidade arquitetônica original de transparência, luminosidade e sobriedade, por uma pouca condizente aparência de artificialismo e opacidade, mais afeita aos templos do consumo e da diversão. Condição absolutamente não apropriada com a imagem do principal edifício da Justiça do Estado de Mato Grosso.

O prédio do Fórum de Cuiabá ganhou o Prêmio Rino Levi na 17ª Premiação Anual do Instituto de Arquitetos do Brasil/Departamento São Paulo, de 2006, na principal categoria de obra construída. É mencionado como caso de sustentabilidade na página da ONG Green Nation <http://s3.amazonaws.com/gnfest/documents/arquivos/203/original_forumCuiaba.pdf>. Foi analisado na tese de doutoramento de Ricardo Silveira Castor, defendida na Universidade e São Paulo. Trata-se de uma obra de reconhecida vocação, importância e responsabilidade social e ambiental em sua nascença, no campo profissional e ambiental. A alteração no projeto original do Fórum de Cuiabá consternou o NAMA, como um retrocesso pela destruição de um patrimônio cultural mato-grossense.

[1] Arquiteto, Professor da Universidade Federal do Mato Grosso, Doutor pela Universidade de São Paulo.

[2] Arquiteto, Professor da Universidade Federal do Mato Grosso, Doutor pela Universidade de São Paulo. Autor do projeto duplamente premiado no Breeam Awards concedido em Londres, como melhor edifício sustentável nas Américas em 2018, pelo prédio do Centro Sebrae de Sustentabilidade de Cuiabá.

[3] NAMA – Núcleo Arquitetura Moderna na Amazônia, é um coletivo temático que reúne arquitetos, pesquisadores e artistas interessados na documentação e preservação da modernidade na Amazônia Legal, sediado na UFAM – Universidade Federal do Amazonas.

Nota de Falecimento: Professor Flávio Villaça

É com pesar que lançamos essa manifestação em razão do falecimento do arquiteto, urbanista e professor Flávio Villaça, ocorrido na segunda-feira, dia 29 de março de 2021, em São Paulo, aos 91 anos de idade.

Referência fundamental à análise da produção dos espaços urbanos, deixa um legado incomensurável, em sua atuação como docente na FAU USP, na Secretaria Municipal de Planejamento de São Paulo e como consultor em planejamento urbano em diversos órgãos públicos. Sua produção teórica,  dentre as quais se destacam “O que todo cidadão precisa saber sobre habitação” (1986), “Espaço intra-urbano no Brasil” (1998), “As ilusões do Plano Diretor” (2005) e “Reflexões sobre as cidades brasileiras” (2012), constituem referência obrigatória para aqueles que querem compreender a segregação sociourbana, característica perversa de nossa urbanização. Sempre disposto ao diálogo com colegas e estudantes, suas palestras eram verdadeiros eventos de engajamento em prol do compromisso do  social que deveria mover os arquitetos urbanistas.

“Sempre marcada por constante inquietação intelectual, a trajetória deste pesquisador nato, especialmente voltado ao tema do espaço urbano, está vinculada tanto a suas práticas profissionais quanto a sua trajetória acadêmica, antes mesmo de seu ingresso como docente na Universidade de São Paulo” – assim Sérgio Luis Abrahão e Silva Maria Zioni sintetizaram o curriculum de Flávio Villaça no artigo “Uma trajetória dedicada ao planejamento urbano brasileiro”, publicado no portal Vitruvius em 21 de novembro de 2020.
O Núcleo Docomomo Brasil manifesta seus pêsames à todos os familiares e amigos do querido e grande Professor Flávio Villaça.

CAMPANHA SOS GINÁSIO IBIRAPUERA

#sosoginasioibirapuera

O Complexo Esportivo do Ibirapuera está ameaçado de extinção!

A defesa deste patrimônio paulistano é também a defesa do espaço público, do direito à prática do esporte, do lazer e da memória da arquitetura brasileira.

Você pode ajudar a impedir essa destruição, apoiando seu tombamento que será decidido pelo Condephaat no próximo dia 30/11.

Participe do abraço virtual!

 

Como fazer:

  1. Copie o texto deste email e repasse para sua lista de contatos.
  2. Peça para seus amigos fazerem a mesma operação.
  3. A partir de 23/11, segunda-feira, replique nossos posts nas suas redes sociais, marcando todos os envolvidos nesta ação!
  4. Nossos posts serão veiculados pelos perfis da @fauusp e @iab.sp (Instagram e Facebook); @icomosbr.20; @icomosbrasil (Instagram); e em @FAUUSPoficial e @iab.sp (no Twitter)
  5. Siga a hashtag #sosoginasioibirapuera
  6. Não esqueça de adicionar a hashtag #sosginasioibirapuera em todos os seus posts
  7. Multiplique essa mensagem
  8. Assine a petição https://www.change.org/preservacao-ginasio-ibirapuera
  9. Saiba mais:

https://www.uol.com.br/esporte/colunas/olhar-olimpico/2020/09/18/estado-quer-privatizar-ginasio-do-ibirapuera-mas-terreno-e-da-prefeitura.htm

https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2020/11/tristeza-e-indignacao.shtml

https://youtu.be/nEhbOhyYQPY

https://jornal.usp.br/radio-usp/defesa-do-complexo-do-ibirapuera-diz-respeito-ao-direito-ao-lazer-e-ao-esporte/

 

 

PALESTRA PAULO BRUNA | FAU USP

A palestra virtual acontecerá no dia 17 de novembro, às 10h, pelo link abaixo:

https://www.youtube.com/channel/UCLY-6JJqMZSCwG4xlrRZSNA

O SIRIUS é um dos equipamentos do Laboratório Nacional de Luz Sincrotron (LNLS), “a maior e mais complexa infraestrutura cientifica já construída no país e uma das primeiras fontes de luz sincrotron de 4ª geração do mundo”, em Campinas. Ainda em implantação, parcialmente em funcionamento, seu potencial de pesquisa se avalia por exemplo, pela abertura de edital em julho para propostas de cientistas de todo o mundo interessados em usar a estrutura do Sinus com experimentes que possam avançar no entendimento molecular da Covid-19.

PAULO BRUNA é Professor Titular aposentado da FAU USP. Foi sócio do escritorio Rino Lavi Arquitetos Associados de 1972 a 1991; é titular de escritorio próprio desde 1992.

Lançamento do Livro: Arquitetura e Movimento Moderno

Participe do lançamento do livro Arquitetura e Movimento Moderno através do link:  https://www.youtube.com/watch?v=ofhYY5OvZ8Y

Palestra Carla Juaçaba – FAU USP

Palestra Virtual – FAU USP

10 de novembro 2020 | 10h

LINK PARA PALESTRA CARLA JUAÇABA NA FAU USP

Desde 2000, Carla Juaçaba tem desenvolvido sua prática independente de arquitetura e pesquisa com base no Rio de Janeiro. Seu escritório está atualmente envolvido tanto em programas culturais quanto em projetos privados. Após a graduação, ela trabalhou na Casa do Atelier, Casa Rio Bonito, Casa Varanda, Casa Santa Teresa, e em alguns projetos de exposições.
O Pavilhão Humanidade 2012 para a Rio+20 foi concebido com a diretora teatral Bia Lessa. Carla Juaçaba faz parte constantemente dos reinos acadêmico e docente, assim como estudos de pesquisa e palestras Harvard GSD; Columbia University GSAPP; Academia di Architettura Mendrisio. Workshop na IUAV di Venezia 2014; Júri na BIAU Bienal Ibero Americana em Madri 2012 e 2019. Ela ganhou a primeira edição do prêmio internacional ArcVision Women and Architecture 2013 na Itália.
Ela foi convidada para a Bienal de Arquitetura de Veneza 2018 com o projeto BALLAST, e também construiu uma das Capelas do Vaticano para o Pavilhão da Santa Sé.
Ela recebeu o prêmio AREA Architectural Review Emerging Architecture Award 2018.
Em 2019 foi convidada para o concurso de expansão da Fundação Gulbenkian, desenvolvido junto com o arquiteto Clovis Cunha.
Atualmente, ela leciona na Mendrisio Accademia e em seu escritório agora baseado em Londres.

CAMPANHA PARA A FILIAÇÃO DO DOCOMOMO BRASIL 2021

Participe do esforço mundial para preservar a arquitetura, o urbanismo e o design do Movimento Moderno tornando-se um membro Docomomo Brasil. Beneficie-se, assim, das vantagens que a associação oferece.
Para realizar a sua filiação, copie e cole em uma nova janela o link abaixo; preencha-o e clique em enviar.

https://forms.gle/otuTaib9xuJTb7js7

Efetue, em seguida, o pagamento de acordo com a categoria de associado pretendida. Para este ano houve um aumento no valor das anuidades, em função da forte desvalorização do Real frente ao Euro e ao Dólar. Pedimos a compreensão dos nossos filiados. Confira os novos valores e o novo prazo de filiação abaixo:

Filiado Pleno Internacional (R$ 260,00 – duzentos e sessenta reais) – somente até 10/12/2020.
Dá direito ao recebimento de duas edições da revista Docomomo Journal (versão impressa); acesso à revista Docomomo_BR (digital), ao Boletim Doco-Memos, bem como descontos em eventos internacionais, nacionais e regionais.

Filiado Pleno Nacional (R$ 80,00 – oitenta reais) Dá direito a descontos em eventos nacionais e regionais e acesso à revista Docomomo_BR (digital) e ao Boletim Doco-Memos.

Filiado Estudante Nacional (R$ 26,00 – vinte e seis reais) Para estudantes de graduação e pós-graduação, com comprovação.
Dá direito a descontos em eventos nacionais e regionais, além de acesso à revista Docomomo_BR (digital) e ao Boletim Doco-Memos.

Conta corrente para depósito ou transferência:
Lúcia Siqueira de Queiroz Varella
CPF 532.836.607-78
Banco Itaú
Agência 6006
Conta Poupança : 25241-2/500
Depois de efetuar o depósito ou transferência, por favor envie o comprovante para tesouraria.docomomobr@gmail.com

Gestão 2020-2021
Renato da Gama-Rosa Costa (Coordenador Geral)
Andrea Lacerda Pessoa Borde (Secretária Executiva)
Lucia Siqueira de Queiroz Varella (Tesoureira)
Andrea da Rosa Sampaio e Helio Herbst (Conselho Fiscal)

PALESTRA LAURENT TROOST | FAU USP | ARQUITETURA BRASILEIRA RECENTE

Laurent Troost se formou em Arquitetura e Urbanismo pelo ISAIVH de Bruxelas, na Bélgica (2001), e vive no Brasil desde 2008. Tem pós-graduação em Geografia e Cidades pela Escola da Cidade, São Paulo (2011). Após ter colaborado com o Office for Metropolitan Architecture de Rem Koolhaas e o Studio Arthur Casas, entre outros, tornou-se em 2013, e exerce até o momento a posição de Diretor de Planejamento Urbano da Prefeitura de Manaus. Em paralelo, é autor de projetos premiados, como a Casa Campinarana, que ganhou o Dezeen Award 2019 e o edifício Manga, finalista do Prêmio Akzonobel Tomie Othake 2020.

A palestra virtual acontecerá no dia 06 de outubro, às 10h, pelo link abaixo:

https://www.youtube.com/channel/UCLY-6JJqMZSCwG4xlrRZSNA

PALESTRA O NORTE | FAU USP | ARQUITETURA BRASILEIRA EM DEBATE

A Palestra O Norte acontecerá virtualmente no dia 29 de setembro de 2020, ás 10h pelo link: https://www.youtube.com/channel/UCLY-6JJqMZSCwG4xlrRZSNA

O Norte –  Oficina de Criação é um centro de produção de arquitetura, desing, artes visuais e projetos culturais fundado em 1998 pelos arquitetos Bruno Lima, Chico Rocha e Lula Marcondes. O nome O Norte, além de ser a indicação da direção fundamental na de arquitetura, é uma homenagem a uma trajetória engajada de um grupo de intelectuais que criaram a Revista do Norte, publicação que era produzida nas nossas dependências e que se destacou por ter sido o primeiro periódico sobre arte e cultura do Norte-Nordeste. Editadade forma colaborativa entre 1923 e 1952, a revista deu voz ao movimento regionalista e contou a participação de: José Maria Carneiro de Albuquerque, GIlberto Freyre, Joaquim Cardoso, Ascenso Ferreira, os pintores Manoel Bandeira e Vicente do Rêgo Monteiro, entre outros.

O Norte mantém o espírito colaborativo em seus processos e atua em proximidade de grupos artísticos, culturais e sociais como a Associação do Povo Indígena Xukuru do Ororubá, o Maracatu de Baque Solto Leão Africano. Compartilha espaço e ações com os coletivos AtelieVivo, Massapê  e Vendaval Catalisadora de Impacto Social.

-Participou a exposição Brasil: Otras Arquitecturas na 17ª Bienal Internacional de Arquitecturas de Buenos Aires (2019);

-Participou da 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo com um projeto do coletivo AtelierVivo sobre a experiência do Workshop de Desing-Build na comunidade de Santo Amaro, Recife/PE;

-Particiou da exposição Juntos que representou o Brasil na 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza (2016), com o projeto Escola Novo Mangue;

-Premiado na categoria residência unifamiliar no Prêmio IAB/PE (2009), com a residência no Derby;

-Premiado no “Jovens Arquitetos 2004”, organizado pelo IAB/SP e Museu da Casa Brasileira, com a residência Derby;

-Vencedor do concurso organizado pelo UNICEF, ONG Umbu Ganzá e Prefeitura do Recife para o projeto de arquitetura da Escola Novo Mangue (2002).

Bruno Lima

É arquiteto e urbanista pela UFPE (1997). Mestre (2013) e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano  (MDU/UFPE). É professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo/UFPE.

Chico Rocha

É arquiteto e urbanista pela UFPE (1998). Mestre (2016) pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFRN (PPGAU/CT-UFRN). É professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA).

Lula Marcondes

É arquiteto e urbanista pela UFPE (1997). Mestre (2007) pela Universidade do Texas (UT). É professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP).

7º Seminário Docomomo SP: A Difusão da Arquitetura Moderna 1930.1980

O Núcleo Docomomo São Paulo e o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Judas Tadeu (PGAUR/ USJT) convidam para participar do 7º Seminário Docomomo São Paulo:
Este evento dará continuidade às atividades de seminários desenvolvidas pelo Núcleo Docomomo São Paulo, retomadas em 2017, quando foi realizado, na capital, o 5º Seminário Docomomo São Paulo, organizado em colaboração com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie (FAU-UPM). Aquele seminário foi seguido, em 2018, pelo 6º Seminário Docomomo São Paulo, promovido conjuntamente com o Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAUUSP), no Campus da Universidade de São Paulo, em São Carlos.
Com realização prevista em 2020, o novo seminário se insere, como de praxe, no calendário nacional dos seminários do DOCOMOMO, que prevê a realização do evento nacional em ano ímpar e dos regionais em anos pares. Considerando,
contudo, a situação de pandemia e distanciamento social que nos afeta, os organizadores optaram, desta vez, pelo formato “à distância”, e será
realizado no âmbito da Internet. Será, portanto, o primeiro Seminário Docomomo online, no Brasil.
Ainda assim, como nos outros eventos do DOCOMOMO, o 7º Seminário Docomomo
São Paulo prevê a realização de palestras, mesas de debates e de apresentação de comunicações sobre assuntos de relevância para a salvaguarda do patrimônio cultural do movimento moderno no Brasil. À diferença dos anteriores, na sua versão digital não poderá acontecer o famoso MomoTour, que desta vez será substituído por oficinas culturais direcionadas aos participantes, especialmente aos alunos dos cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo. Esperamos a participação de especialistas, brasileiros e internacionais, que se sucederão em diferentes horários e em diferentes atividades, durante uma semana de trabalho dedicada à salvaguarda do importante patrimônio moderno paulista e brasileiro. As palestras, mesas de debates, apresentação de comunicações, e oficinas culturais serão transmitidas ao vivo, em diferentes formatos digitais, entre os dias 09 e 14 de novembro de 2020.

NO 7º DOCOMOMO SÃO PAULO
ACONTECERÃO:
PALESTRAS, sobre temas pontuais de importância para a divulgação do conhecimento acerca do patrimônio cultural moderno, com participação de convidados nacionais e internacionais.
MESAS DE DEBATES, sobre assuntos de relevância para a temática do evento, com a participação de colegas convidados que atuam em diferentes áreas da salvaguarda do patrimônio cultural moderno.
MESAS DE COMUNICAÇÕES, nas quais os pesquisadores poderão apresentar, e debater com seus pares, os pontos mais relevantes das atuais pesquisas sobre a Área.
OFICINAS CULTURAIS, especialmente programadas para realizar atividades com estudantes e professores interessados no desenvolvimento de uma prática e de um debate sobre temas específicos relacionados com a salvaguarda do patrimônio
moderno no estado de São Paulo.
ASSEMBLEIA GERAL DO NÚCLEO
DOCOMOMO SÃO PAULO, em que será apresentado o balanço da atual gestão, que finaliza suas atividades em dezembro de 2020. Na assembleia, após apresentação das propostas para formação de nova equipe de coordenação, serão submetidos à
votação os nomes de um(a) novo(a) coordenador(a) e um novo(a) vice coordenador(a), assim como do corpo do secretariado, equipe que deverá dirigir os trabalhos e ações do Núcleo Docomomo São Paulo durante o biênio 2021-2022.
Com a finalidade de permitir a participação do público em todas as atividades desenvolvidas durante o seminário, não haverá superposição de horários
entre elas. Também, atendendo à ampla divulgação das pesquisas, dos debates, das apresentações e das oficinas culturais que acontecerão durante o seminário,
todas as atividades do evento serão disponibilizadas online para o público em geral através dos canais pertinentes (sítio do Núcleo Docomomo São Paulo, Youtube etc.).

Organizadores: Núcleo Docomomo São Paulo

Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arquitetura e Urbanismo / Universidade São Judas Tadeu.

Data: 09 a 14 de novembro de 2020.

Local: evento online

Site: https://www.nucleodocomomosp.com.br/

Instagram: docomomo.sp 

Facebook: Núcleo Docomomo-SP

Informações, através do e-mail: nucleo.docomomo.sp@gmail.com

Traffic Seeks Another Way 2nd Conference

Discussão Pública Internacional de Docomomo #02-′′ O tráfego procura outra maneira.”
Para uma série de discussão ′′ Modernism is Frozen”.
Após a primeira discussão ′′ Como é que se mapeia o modernismo sub / depois do COVID-19 “, que contou com a participação do Dr. Takayuki Suzuki, Dr. Ana Tostões, Dra. Shin Muramatsu e Dr. Yoshiyuki Yamana, a segunda sessão de ′′ Is Modernism Frozen?” vai acontecer no dia 24 de agosto de 2020 com o tema ′′ O tráfego procura outra maneira”.

Moderador
Takayuki Suzuki (Japão, China)

Painelistas
Nova Iorque: Theodore Prudon (Estados Unidos)
Brazil: André Luiz de Souza Castro (Brazil)
Japão: Kengo Hayashi (Japão)

Tópicos: Discussão Pública Internacional Docomomo #02
Data e Horário: 24 de agosto 2020, 10 PM Japão / 9 AM Nova Iorque / 10 AM Brasília / 2 PM GMT

LUGAR DE DISCUSSÃO: ZOOM
URL: https://zoom.us/j/98984906449?pwd=V0x6dlVnVEpET3A4bEV3azF0QW5CZz09
ID da reunião: 8490 989 6449
Cordão de passe: 282661
Como usar o Zoom: https://zoom.us/jp-jp/meetings.html
Língua: Inglês
Reservas não são necessárias, qualquer um pode ajudar.
A discussão anterior está disponível online em: shorturl.at/ahu17
Para saber mais informações, vá à página do Facebook do Modernismo is Frozen: shorturl.at/dkrZ7

Chamada de artigos Revista Docomomo Brasil Números 6 e 7

A revista Docomomo Brasil (ISSN 2594-8601) convida pesquisadores, estudantes e profissionais da área de Arquitetura e Urbanismo a enviarem artigos para suas edições de número 6 e 7. O tema é livre e a revista tem como objetivo a divulgação de pesquisas,  documentos, projetos e resenhas bibliográficas na área da documentação e preservação das diversas manifestações do Movimento Moderno. Os artigos poderão ser submetidos para as seções que constituem o corpo principal da revista. Na seção Projeto pretende-se divulgar e discutir experiências práticas de restauração de edificações, sítios e unidades de vizinhança, como preconizado em nossa denominação, e de outras expressões artísticas do Movimento Moderno. A intenção é estimular o debate sobre os princípios que nortearam as respectivas intervenções, os procedimentos adotados para a análise dos objetos em tela em suas diversas dimensões – materiais, históricas, simbólicas, as técnicas de restauro utilizadas, as condições de uso e ocupação demandadas e implementadas, o envolvimento e a participação dos diversos atores sociais no processo de restauro e quaisquer demais elementos relevantes da ação restauradora. Na seção Artigo se pretende contribuir para a reflexão sobre os paradoxos da modernidade no Brasil e suas formas de expressão por meio de novos olhares e interpretações sobre o rico acervo nacional, como forma de reconhecimento dos bens patrimoniais, mas também como parte indissociável de ações de preservação. 

Política editorial

Os artigos submetidos para avaliação do corpo de pareceristas ad-hoc devem seguir as regras de submissão descritas a seguir:

  • os artigos submetidos devem ser inéditos;
  • os idiomas aceitos para publicação são o português, espanhol e inglês;
  • caso o artigo seja aceito para publicação,  o autor ficará encarregado da sua tradução para o inglês [no caso de artigos já submetidos em inglês o autor poderá escolher entre português ou espanhol];
  • as imagens, caso haja, devem ser livres de direitos autorais ou autorizadas pelos detentores;
  • os artigos devem seguir estritamente o template disponibilizado no link abaixo.

Aguardamos submissões até 14 de setembro de 2020

Para maiores informações acesse o menu [SUBMISSÃO DE ARTIGOS > política editorial] na página web da revista revista.docomomo.org.br

Atenciosamente

Editores responsáveis pelos números 06 e 07 | 2020
Andréa Borde |  Universidade Federal do Rio de Janeiro
Marta Peixoto |  Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Helio Herbst |  Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro